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APÓS DERROTA, HADDAD PEDE "CORAGEM" AOS SEUS ELEITORES

Segunda-Feira, 29 de Outubro de 2018

Em pouco mais de oito minutos de pronunciamento, o candidato Fernando haddad (PT) não falou sobre a derrota nas urnas e preferiu adotar um discurso de conforto e motivação para os apoiadores que o acompanharam no ato no auditório de um hotel no bairro Paraíso, na Zona Sul de São Paulo.


Ele exaltou a atitude de eleitores que no segundo turno passaram a panfletar mais pela campanha petista, segundo ele por entender o que estava em jogo na disputa. Listou dificuldades enfrentadas pelo PT como o impeachment de Dilma, a prisão e a recusa da candidatura de Lula e  relembrou o caráter democrático do projeto, que de acordo com ele atende diferentes classes sociais, etnias e religiões. Disse que direitos trabalhistas, sociais e políticos podem estar em risco neste novo governo e disse que o partido tem a responsabilidade de fazer uma oposição que congregue os interesses nacionais e de colocar o ponto de vista sobre tudo que estaria em jogo no país. No fim, motivou a plateia ainda melancólica com a derrota.


- Talvez o país nunca tenha precisado mais do exercício da cidadania do que agora. Coloco minha vida à disposição desse país. Quero dizer para as pessoas que eu vi nas ruas desse país, em quem eu senti o medo e a angústia na expressão de muitas pessoas, que às vezes chegavam a soluçar de tanto chorar. Não tenham medo. Nós estamos aqui. Nós estamos juntos. Nós ficaremos do lado de vocês. Não tenhamos medo. Coragem, a vida é feita de coragem. Viva o Brasil - concluiu.


Nem Haddad nem lideranças do PT disseram se o candidato petista ligou para Bolsonaro após o resultado. Na saída, lideranças como o ex-ministro da Defesa José Eduardo Cardozo e o ex-candidato a presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, defenderam que é hora de defender a democracia, unindo os contrários ao projeto do candidato vencedor. Boulos prometeu uma frente ampla popular que irá para as ruas defender a democracia.


- Ele (Bolsonaro) não é dono do Brasil. Ele disse outro dia que opositor deve ir para o exílio ou para a prisão. Nós não vamos para o exílio nem para a prisão, vamos para as ruas deste país, defender nossos direitos e a democracia. Não vai se esconder nem se acovardar. Vai haver resistência democrática - anunciou Boulos.


Em sua primeira declaração após a confirmação de sua derrota para Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pelo Planalto, candidato do PT, Fernando Haddad pediu respeito a seus cerca de 45 milhões de votos e afirmou que seus eleitores não ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/28/haddad-reconhece-derrota-bolsonaro-presidente-eleicoes-2018.htm?fbclid=IwAR2nRnwT6JfUUv0Hxtff9vdCfJvCD0KaFTbetvXODpsiPx1aU2XZxhv7TjQ&cmpid=copiaecola

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