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CONHEÇA A HISTÓRIA DO FAMOSO FIAT 147

Destaque

Sábado, 02 de Março de 2019


O Fiat 147 é um dos veículos populares mais tradicionais da nossa história. Derivado do italiano Fiat 127, esse veículo trouxe uma série de inovações para o mercado brasileiro. A estrutura monobloco, a tração dianteira e o motor transversal revolucionaram a forma como conhecemos os nossos veículos.



Hoje, conhecer a história do Fiat 147 é conhecer um importante capítulo da história dos automóveis nacionais. Saibam mais sobre ele no nosso post de hoje!



O começo da história do Fiat 147





A história da Fiat não é marcada por veículos médios e grandes de sucesso. Ao longo de sua história, a marca italiana consagrou-se com carros pequenos, como o primeiro Fiat 500 e o Fiat 127. Junto ao Uno, eles ajudaram a tornar a marca uma das principais fabricantes do seguimento.



No Brasil, a história da Fiat começou em julho de 1976. A empresa tinha um único objetivo: atingir uma área do mercado dominado pelos pequenos VW Fusca e Brasília. E para que isso fosso possível, o Fiat 147 contou com uma série de soluções que ainda não estavam presentes no nosso mercado.



As inovações do Fiat 147



O Fiat 147 é um herdeiro direto do Fiat 127. O modelo italiano foi lançado em 1971 e chegou a emplacar 500 mil unidades no Velho Continente em 1975. O seu sucesso foi tanto que a filial brasileira utilizou o automóvel como base para o desenvolvimento do Fiat 147.



O projeto nacional teve as melhores características da sua versão europeia. O motor dianteiro transversal foi o primeiro a ser feito no Brasil, enquanto a suspensão independente nas quatro rodas tornou o veículo referência em estabilidade e a direção articulada dava mais segurança ao motorista em caso de colisão frontal.



O estepe localizado no cofre do motor deu mais espaço para no porta-malas, algo crucial para veículos de pequeno porte. Ao mesmo tempo, o espaço interno foi otimizado ao máximo. Dessa forma, mesmo possuindo um entre-eixos 18 cm menor do que o Fusca e sendo, no geral, 40 cm mais curto que o concorrente, o Fiat possuía mais espaço interno.



Em outras palavras, a Fiat chegou no Brasil com um veículo mais espaçoso, gostoso de dirigir e seguro do que os seus concorrentes.



O primeiro veículo a álcool do país



As inovações também incluíram o motor. Projetado pelo engenheiro Aurelio Lampredi (até então conhecido pelo seu trabalho ao lado da Ferrari), o compacto possuía comando de válvulas sobre um cabeçote de fluxo cruzado que era acionado por correia dentada e 48 cv líquidos. O hatchback de 800 quilos era empurrado por um motor de 1 049 cm³, até então o mais próximo de um motor 1.0 que o país já teve.



Apesar da aparência frágil dos primeiros anos (que foi solucionada com uma brilhante estratégia de marketing), rapidamente o veículo ganhou o gosto do público brasileiro. Com algumas pequenas evoluções, o primeiro veículo a álcool do país atingiu o seu pico de vendas no início da década de 1980. Não só isso: algumas soluções do Fiat 147 são mantidas até hoje em vários modelos nacionais.



A tradicional versão Rallye



história do Fiat 147



A combinação de suspensão estável, ótimos freios e um comportamento dinâmico acima da média tornou-se uma das marcas do veículo. Como seu ronco e suavidade estimulavam uma tocada mais esportiva, a Fiat trouxe para o mercado, em 1979, o primeiro Fiat 147 Rallye.



O modelo teve a sua cilindrada aumentada para 1297 cm³ graças ao auxílio de um virabrequim de maior curso. A potência foi aumentada para 72 cv a 5 800 rpm com o apoio de um carburador Weber de corpo duplo. Assim, o seu desempenho foi mantido nas altas rotações. A velocidade máxima atingida pelo modelo era de 144,93 km/h. Para os padrões de hoje, em que veículos chegam próximo dos 400 km/h, parece pouco. Entretanto, para o mercado da época, a aceleração de 0 a 100 km/h em 17,5 segundos já o deixava lado a lado com concorrentes como o Chevette GP (que era mais lento) e o Corcel II GT (que era menos arisco).


Mesmo veículos maiores poderiam perder para o Fiat 147 Rallye em algumas situações. Veículos como o Dodge Dart, o Chevrolet Opala e o Ford Maverick poderiam perder para o pequeno hatckback em estradas mais sinuosas ou subidas de serras, graças ao seu comportamento dinâmico. Em outras palavras, o Fiat 147 Rallye só ficava atrás do Passat TS, a referência do mercado nacional da época.



Além das modificações no desempenho, o Fiat 147 Rallye trouxe um exterior renovado. As faixas “1300 Rallye”, acompanhadas da ausência de cromados, para-choques pretos (sendo o dianteiro com defletor de ar e faróis de neblina), o logotipo esportivo da Fiat e a tomada de ar na abertura do capô mostravam que aquele era um veículo feito para os que buscavam mais esportividade no seu dia a dia.



história do fiat 157 - rallye



 



Por dentro do Fiat 147 Rallye



Dentro, o Fiat 147 Rallye também trouxe novidades. O acabamento passou por uma série de melhorias, com a inclusão de um volante esportivo de três raios e um painel completo (com conta-giros, velocímetro, voltímetro e um manômetro para medir a pressão do óleo). As portas possuíam forros e os bancos altos reclináveis de curvim preto eram acompanhados de cintos de três pontos para o motorista e o passageiro da dianteira. Completando o kit, o carpete finalizava as melhorias projetadas para a versã



O modelo seguinte ganhou novo visual e teve a sua reestilização chamada de Europa. Lançada em 1980, o capô passou a ser mais baixo e a grade teve sua inclinação modificada. As lanternas e as luzes de direção ganharam um novo design e foram realocadas nas extremidades dos faróis.



Outras mudanças incluíram os cintos de segurança dianteiros, que agora eram retráteis. Já o para-choque dianteiro, com revestimento de plástico, ganhou as luzes de neblina abaixo dele.



Fechando o kit de mudanças, o para-brisa ganhou uma faixa degradê. Para tornar os engates menos duros e imprecisos, o modelo também recebeu novos sincronizadores.



A versão Rallye foi fabricada até 1981. Até hoje ela é uma das versões mais disputadas entre colecionadores da história do Fiat 147. Em 1982, o Fiat 147 Rallye foi substituído pela versão Racing, que não possuía o mesmo apelo esportivo.



Um ano depois, a fábrica da Fiat em Betim começaria a entregar aos brasileiros a versão Spazio do Fiat 147. A sua versão esportiva, batizada de TR, foi a última dos hatches esportivos da montadora ítalo-mineira por longos anos e teve como diferencial o aerofólio traseiro, já presente no Fiat 127 Sport.



Fiat 147 - Spazio



Fiat 147 Spazio



A história do Fiat 147 é marcada por uma série de acertos e inovações. Se você quer conhecer outros veículos que marcaram época e ganharam um lugar especial no


EM GUANAMBI


No final da década de 70 começaram a chegar os primeiros carros na cidade. Eram novidade e o sonho de consumo de muitas famílias guanambienses. Em poucos tempo, a cidade estavam lotada desse véiculo.







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