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PREFEITOS E VEREADORES PODEM TER MANDATOS PRORROGADOS

Política

Quarta-Feira, 08 de Maio de 2019

O sistema eleitoral brasileiro obriga a cada dois anos o eleitor ir às urnas escolher seus representantes. Um ordenamento estróina, gastador e inconcebível para um país com tantas necessidades quanto o nosso. Saímos de uma eleição e já pensamos na seguinte (2020) eleições municipais.
A Assembleia Nacional Constituinte falhou em não estabelecer na Carta Magna eleições gerais. Como resultado o povo brasileiro é obrigado a pagar uma conta muito alta. Para se ter ideia, no primeiro turno das eleições passadas, foram gastos R$ 2,82 bilhões deste montante 73% oriundos dos cofres públicos, ou seja do nosso bolso.
O Congresso ainda não teve coragem (e competência) para por fim a este absurdo. A PEC 71/2012 de autoria do Senador Romero Jucá propõe a realização de eleições gerais em 2022, prorrogando os mandatos dos atuais prefeitos em dois anos para que haja a coincidência de data.
O Senador baiano Ângelo Coronel também tem proposta semelhante em estudo, que propõe a unificação das eleições para 2022 com prorrogação do mandato, dos atuais prefeitos.
E SE JAIRO MAGALHÃES TIVESSE MAIS DOIS ANOS DE MANDATO?
Nos bastidores da política guanambiense já há rumores em torno de possíveis nomes em condição de suceder Jairo Magalhães. Candidato natural à reeleição, Magalhães conduz sua administração sem grandes problemas, é considerado bom gestor, mas tem crescido nos arredores uma inquietação dos próprios correligionários.


FOTO E TEXTO: BONNI SILVA


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