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ABAETÉ LINHAS AERÉAS PODE VOLTAR A OPERAR EM GUANAMBI

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Domingo, 26 de Janeiro de 2020



A Abaeté, empresa de táxi aéreo com sede na Capital Baiana, recebeu nestsemana autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar voos regulares, com venda individualizada de assentos em aviões de até 19 lugares. A nova linha aérea, Abaeté Brazilian Airlines, vai operar junto à divisão de aviação executiva da empres



Uma empresa aérea velha conhecida dos guanambiense pode voltar a operar na cidade com voos regulares para Salvador. A Abaeté, empresa de táxi aéreo com sede na Capital Baiana, recebeu nesta semana autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar voos regulares, com venda individualizada de assentos em aviões de até 19 lugares. A nova linha aérea, Abaeté Brazilian Airlines, vai operar junto à divisão de aviação executiva da empreA informação sobre o interesse no retorno da operação em Guanambi foi repassada pelo sócio-diretor Tiago Tosto em entrevista ao Uol, publicada nesta sexta-feira (14Fundada em 1979, a empresa operou entre 1995 a 2012 uma linha da cidade para Salvador. A viagem era feita em aeronaves Embraer EMB-110 “Bandeirante”, avião turboélice com capacidade para até 14 passageiros.



A Abaeté também oferecia voos partindo de Bom Jesus da Lapa, Barreiras e Jequié rumo à capital. Desde 2012, a companhia perdeu a certificação para voos regulares e passou a se dedicar apenas ao serviço de táxi aéreo.


Com a obtenção da nova autorização para aviação comercial, a empresa pretende operar em destinos turísticos na Bahia, como Morro de São Paulo, Boipeba e Mucugê, na Chapada Diamantina. A ideia é que a Abaeté sirva como como conexão para quem chega a Salvador e quer conhecer esses locais, principalmente turistas estrangeiros e das regiões Sul e Sudeste do Brasil.



“Para o Morro de São Paulo, por exemplo, o turista leva de quatro a cinco horas com um transporte intermodal [carro e barco]. De avião, partindo do aeroporto de Salvador, são cerca de 20 minutos de voo”, disse Tosto ao Uol.



Tosto disse ainda que a empresa também quer conectar cidades que não são turísticas à capital baiana. Nessa modalidade, os voos devem partir de Salvador para Jequié, Irecê, Bom Jesus da Lapa, além de Guanambi, como já citado.



O sócio-diretor da empresa disse ainda que são estudadas parcerias com outras empresas para oferta de venda de passagens conjuntas para os destinos pretendidos atendidos pela Abaeté. Ainda não foi divulgada a previsão de início da operação dos voos regulares.



Atualmente, a companhia possui dezessete aviões e pretende utilizar oito na operação das linhas aéreas. São três modelo Bandeirante E-110, com capacidade para até 14 passageiros e cinco unidades do Caravan C-208, com capacidade para 9 passageiros.



No início desta semana, a Anac atualizou o andamento do pedido de certificação do Aeroporto Isaac Moura Rocha. Segundo a publicação, o processo que estava “Em Análise” voltou ao status de “Sobrestado”, ou seja, está parado no órgão esperando envio de documentos ou providências quantos às exigências legais.



Para a Abaeté voltar a operar em Guanambi a empresa terá que concorrer com aeronaves maiores, como os ATR-72 da Azul Linhas Aéreas, com capacidade de até 70 passageiros. A operação de um voo de Guanambi para Belo Horizonte está no plano de expansão da empresa que aguarda apenas o certificação jundo à Anac.


go Tosto em entrevista ao Uol, publicada nesta sexta-feira (14).



Fundada em 1979, a empresa operou entre 1995 a 2012 uma linha da cidade para Salvador. A viagem era feita em aeronaves Embraer EMB-110 “Bandeirante”, avião turboélice com capacidade para até 14 passageiros.



A Abaeté também oferecia voos partindo de Bom Jesus da Lapa, Barreiras e Jequié rumo à capital. Desde 2012, a companhia perdeu a certificação para voos regulares e passou a se dedicar apenas ao serviço de táxi aéreo.


Com a obtenção da nova autorização para aviação comercial, a empresa pretende operar em destinos turísticos na Bahia, como Morro de São Paulo, Boipeba e Mucugê, na Chapada Diamantina. A ideia é que a Abaeté sirva como como conexão para quem chega a Salvador e quer conhecer esses locais, principalmente turistas estrangeiros e das regiões Sul e Sudeste do Brasil.



“Para o Morro de São Paulo, por exemplo, o turista leva de quatro a cinco horas com um transporte intermodal [carro e barco]. De avião, partindo do aeroporto de Salvador, são cerca de 20 minutos de voo”, disse Tosto ao Uol.



Tosto disse ainda que a empresa também quer conectar cidades que não são turísticas à capital baiana. Nessa modalidade, os voos devem partir de Salvador para Jequié, Irecê, Bom Jesus da Lapa, além de Guanambi, como já citado.



O sócio-diretor da empresa disse ainda que são estudadas parcerias com outras empresas para oferta de venda de passagens conjuntas para os destinos pretendidos atendidos pela Abaeté. Ainda não foi divulgada a previsão de início da operação dos voos regulares.



Atualmente, a companhia possui dezessete aviões e pretende utilizar oito na operação das linhas aéreas. São três modelo Bandeirante E-110, com capacidade para até 14 passageiros e cinco unidades do Caravan C-208, com capacidade para 9 passageiros.



No início desta semana, a Anac atualizou o andamento do pedido de certificação do Aeroporto Isaac Moura Rocha. Segundo a publicação, o processo que estava “Em Análise” voltou ao status de “Sobrestado”, ou seja, está parado no órgão esperando envio de documentos ou providências quantos às exigências legais.



Para a Abaeté voltar a operar em Guanambi a empresa terá que concorrer com aeronaves maiores, como os ATR-72 da Azul Linhas Aéreas, com capacidade de até 70 passageiros. A operação de um voo de Guanambi para Belo Horizonte está no plano de expansão da empresa que aguarda apenas o certificação jundo à Anac.   FONTE: AGÊNCIA SERTÃO- GUANAMBI





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