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DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA EM OUTUBRO JÁ TEM MAIS DE 15 PRÉ-CANDIDATOS

Política

Quinta-Feira, 15 de Fevereiro de 2018


Novatos e figuras conhecidas deram sinais de que pretendem disputar nas urnas o cargo mais importante do país.





O ano de 2018 mal começou e o tema sobre as eleições já tomou as manchetes dos noticiários. As dúvidas em relação a quem irá, de fato, se candidatar e qual será o futuro do país nas mãos do novo chefe de Estado tem causado grande alarde nacional e internacionalmente.



Apesar das eleições 2018 estarem marcadas para o dia 07 de outubro, a campanha eleitoral já começou extraoficialmente há alguns meses. Nos bastidores, partidos estão em busca de nomes fortes para lançarem ao pleito e firmar alianças. Os brasileiros, por outro lado, especulam quais serão os rostos vistos nas urnas e qual deles será eleito vencedor.



No mercado financeiro, há grande expectativa em relação ao resultado das urnas. Com isso, já é esperado que haja fortes oscilações no mercado, especialmente na Bolsa de Valores. Se por um lado, esse cenário pode provocar receio, por outro investidores com visão estratégica poderão tirar bom proveito dessa intensa movimentação.



Como as eleições 2018 podem afetar a economia brasileira



A grande possibilidade de o número de candidatos nas eleições deste ano ser maior, acaba aumentando as incertezas em relação ao resultado nas urnas. Essa indefinição também afeta o cenário econômico, que nos últimos anos sofreu com a instabilidade política no Brasil e os diversos escândalos de corrupção.



Segundo relatório do banco Credit Suisse, a eleição para a presidência em 2018 apresenta grande risco para o desempenho da economia. De outro modo, também indica que o crescimento econômico do país tem chances de melhoria em 2018, apresentando avanço do Produto Interno Bruto (PIB), do consumo das famílias brasileiras e dos investimentos.



Isso tudo pode ocorrer, ressaltou a instituição, caso o contexto internacional permaneça positivo e que a conjuntura política não cause grandes impactos na economia do país. Mas também há riscos. Especialmente na relação do governo de Donald Trump com a Coreia do Norte, fato que pode desencadear uma guerra de grandes proporções.



Na área de finanças pessoais, muitos brasileiros estão receosos em relação ao que está por vir e como o contexto eleitoral pode influenciar os melhores investimentos de 2018. Segundo Rafael Panonko, chefe da equipe de análise do Toro Radar, a política vai continuar ditando o ritmo de negócios por aqui, principalmente na Bolsa de Valores.



A aprovação de reformas e outros projetos que podem ajudar a equilibrar as contas públicas, por exemplo, poderão provocar otimismo no mercado financeiro e incentivar o aumento de investimentos, especialmente de capital estrangeiro.



Candidatos à presidência do Brasil 2018



Alguns partidos já anunciaram seus candidatos, enquanto outros ainda analisam a conjuntura e buscam aliados. Abaixo, estão os nomes que já foram anunciados para concorrer ao cargo de chefe de Estado do Brasil. Porém, os aspirantes a presidente só estarão, de fato, confirmados após seu registro no Tribunal Superior Eleitoral, em agosto.



Luiz Inácio Lula da Silva



candidato-a-presidencia-lula-luis-inacioÀ frente nas pesquisas de intenção de voto, o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) permanece como um nome forte para as eleições de 2018, mesmo com os processos e denúncias contra ele. O registro de candidatura de Lula pode ser possível mesmo que ele seja condenado e barrado pela Ficha Limpa, já que sua defesa pode entrar com recursos contra a decisão.



Ponto de partida: Já foi eleito presidente em 2002 e 2006. Foi o presidente com maior índice de aprovação de governo, considerado bom ou ótimo, segundo pesquisa do Ibope.



Desafio de campanha: Sua maior dificuldade será sair ileso das diversas denúncias e investigações que relacionam seu nome a crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.



Agenda econômica: Apoia-se nas conquistas de seus mandatos, como a saída do Brasil do mapa da fome enquanto era presidente. Em discursos recentes, indicou que se for eleito pode reverter decisões econômicas feitas pelo governo de Michel Temer e que a economia brasileira não ficará subjugada a interesses privados e monopólios.



Jair Bolsonaro



candidato-a-presidencia-jair-bolsonaroMilitar da reserva e deputado federal no sétimo mandato, Bolsonaro é um candidato praticamente confirmado para as eleições de 2018. Suas pautas giram em torno da redução da maioridade penal, do porte de arma para civis e dos valores cristãos. Está envolvido em polêmicas sobre a multiplicação de seu patrimônio, uso indevido de auxílio-moradia e nepotismo.



Ponto de partida: Ganhou grande relevância nos últimos anos, após dar opiniões fortes sobre temas como segurança e direitos humanos. Seu posicionamento conservador conquistou muitos fãs pelo país, dando a ele o título de deputado federal mais votado nas eleições de 2014.



Desafio de campanha: Suas posições radicais podem afastar eleitores que têm valores mais conservadores, mas não concordam com o radicalismo. Além disso, precisará mostrar que tem mais a oferecer do que um discurso incisivo.



Agenda econômica: Apesar da postura conservadora, aliados do pré-candidato indicaram que ele pretende adotar uma conduta mais liberal na economia, a exemplo de Ronald Reagan e Margaret Thatcher.



Geraldo Alckmin



candidato-a-presidencia-geraldo-alckminFormado em medicina, o provável candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tem ampla experiência na política. Já foi vereador, prefeito da cidade de São Paulo, deputado estadual, deputado federal por dois mandatos, vice-governador, governador e secretário de Desenvolvimento do Governo de São Paulo. Disputou as eleições presidenciais de 2006, mas perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



Ponto de partida: É um candidato de centro-direita, com discurso mais moderado e que pode conquistar eleitores indecisos ou que fogem de extremismos.



Desafio de campanha: Um de seus maiores impedimentos é evitar que seu nome fique marcado pelo envolvimento em esquemas de corrupção, uma vez que já foi citado na delação da Odebrecht. Outro obstáculo que pode surgir é uma possível candidatura de João Doria, por outra legenda.



Agenda econômica: Já declarou que, caso seja eleito presidente da república, o foco de seu governo será emprego e renda. Outras questões consideradas prioridade para Alckmin são a política fiscal e a reforma política.



Marina Silva



candidato-a-presidencia-marina-silvaCom uma pauta voltada para a preservação do meio ambiente, Marina Silva já foi vereadora, deputada estadual e senadora. Ficou à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre 2003 e 2008. Também disputou o cargo de presidente da república nas eleições de 2010 e 2014.



Ponto de partida: A vasta experiência como candidata à presidência em outras eleições pode ajudar a evitar erros do passado. Sua carreira política sem ser alvo de investigações até o momento também pode contar a favor.



Desafio de campanha: Seu discurso conservador em relação à flexibilização das drogas, aborto e também sobre a causa LGBT podem provocar a perda de votos. Também enfrenta desafios dentro do partido atual, o Rede Sustentabilidade, com a saída de filiados.



Agenda econômica: Adota tom mais brando em relação às reformas, no entanto concorda que mudanças são necessárias para transformar o horizonte do país. Seus aliados já indicaram que uma fonte de inspiração poderá ser Emmanuel Macron, atual presidente da França.



Ciro Gomes



candidato-a-presidencia-ciro-gomesIngressou na política em 1982, tendo ocupado cargos públicos como governador do Ceará e ministro da Fazenda. Já foi candidato a presidente da república nas eleições de 1998 e 2002. Apesar de ter seu nome envolvido em algumas investigações de fraudes, sua candidatura, por enquanto, não está ameaçada.



Ponto de partida: Tem mais de três décadas de vida política e está aberto a pautas inclusivas, como a causa LGBT.  



Desafio de campanha: Seu temperamento explosivo é um desafio para amenizar a imagem pública de pessoa intempestiva. Além disso, terá que trabalhar para desvincular seu nome do Partido dos Trabalhadores, de onde já foi filiado.



Agenda econômica: Concorda com a necessidade de reformas, mas adota tom de cautela. Em entrevista, afirmou que o foco de seu governo deverá ser a busca por estabilidade, mas sem abrir mão da aprovação popular.



Manuela D’Ávila



candidato-a-presidencia-manuela-davilaAtualmente, a candidata é deputada estadual no Rio Grande do Sul, pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B). Já foi deputada federal por dois mandatos e líder do partido na Câmara dos Deputados. Descartou a possibilidade de ser vice na chapa de Lula e, caso seja eleita, será a pessoa mais jovem a usar a faixa presidencial no país.



Ponto de partida: Trabalha um discurso de que representa uma nova geração na política, com pauta focada em minorias. Sua candidatura foi vista com bons olhos, até mesmo por políticos de outros partidos.



Desafio de campanha: Uma resistência a ser superada é a prova de que, mesmo com a pouca idade, poderá fazer um bom trabalho como presidenta. Outro obstáculo é a disparidade frente a partidos maiores e mais conhecidos.



Agenda econômica: O partido que a lançou como pré-candidata afirmou, em nota, que Manuela D’Ávila deve focar na retomada do crescimento econômico e da atividade industrial, na ampliação de direitos e em reformas necessárias.



João Amoêdo



candidato-a-presidencia-joao-amoedoUm dos fundadores do partido Novo, pelo qual é pré-candidato, Amoêdo é um estreante na vida política. Com carreira no mercado financeiro, ele propõe ser uma novidade fora da política da tradicional. O partido conta com nomes de peso do empresariado brasileiro e até personalidades, como o técnico de vôlei, Bernardinho.



Ponto de partida: Sua experiência no mercado financeiro é um ponto que pode ser benéfico.Sua candidatura é vista com otimismo por executivos, que buscam renovação na política através de novos nomes à frente do Planalto.



Desafio de campanha: Seu maior desafio é vencer o anonimato e mostrar que, apesar de pouca experiência na vida pública, tem condições de gerir um país.



Agenda econômica: Entre seus principais pontos está a responsabilidade fiscal. O candidato afirmou em entrevista que o Estado tem de estar com suas contas equilibradas para permitir que a taxa de juros diminua ainda mais e possa incentivar o empreendedorismo no país.



Álvaro Dias



candidato-a-presidencia-alvaro-diasPré-candidato à presidência pelo partido Podemos, Dias é senador eleito pelo estado do Paraná. Já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e governador do estado paranaense. Disputou as prévias em 1989 para ser candidato a presidente pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), mas perdeu para Waldir Pires.



Ponto de partida: Enfatiza em seu discurso o combate a privilégios, abrindo mão de benefícios a que tem direito pelos cargos que ocupou, fator que pode conquistar a simpatia de muitos eleitores.



Desafio de campanha: Uma grande dificuldade de sua campanha é aumentar sua popularidade para além dos estados do sul do país.



Agenda econômica: Entre suas propostas para organizar as contas públicas, está a realização de uma reforma tributária para criar um “imposto quase único”, que tenha menos impacto na renda dos brasileiros.



Paulo Rabello de Castro



candidato-a-presidencia-paulo-rabelloO atual presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) é a aposta do Partido Socialista Cristão (PSC). Já foi presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas ainda não possui experiência como político.



Ponto de partida: Sua experiência à frente de grandes instituições é um ponto positivo para demonstrar que pode ser capaz de gerir uma nação.



Desafio de campanha: Desvincular seu nome das polêmicas que envolvem o BNDES, incluindo investigações sobre a relação do banco com a JBS, é uma dificuldade que o pré-candidato tem pela frente.



Agenda econômica: Em programa do partido, veiculado na televisão, Rabello defendeu a diminuição de impostos e dos juros. Também se colocou a favor da ampliação do crédito e da priorização de pautas essenciais como saúde, educação e segurança.



Cristovam Buarque



candidato-a-presidencia-cristovam-buarqueEx ministro da Educação entre 2003 e 2004 e atualmente senador pelo Distrito Federal. Cristovam é pré-candidato à presidência pelo Partido Popular Socialista (PPS). Foi reitor da Universidade de Brasília (UnB) no fim da década 1980 e governador do Distrito Federal entre 1995 e 1998. Já se candidatou ao cargo de presidente em 2006, pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT).



Ponto de partida: Tem ampla experiência na área da Educação e carrega essa bandeira como prioridade em seus mandatos.



Desafio de campanha: Evitar que as denúncias envolvendo seu suplente no senado, Wilmar Lacerda, atrapalhem sua credibilidade será uma das dificuldades a serem superadas.



Agenda econômica: Afirmou no Senado que, para combater o desemprego e o endividamento público, é preciso fazer ajustes graduais para proteger as camadas mais pobres, os investimentos em infraestrutura e o diálogo com toda a sociedade.



José Maria Eymael



candidato-a-presidencia-jose-maria-eymaelO pré-candidato do Partido Social Democrata Cristão (PSDC), concorreu ao Planalto por quatro vezes, no anos de 1998, 2006, 2010 e 2014. Já foi deputado federal entre 1987 e 1995 e disputou a prefeitura de São Paulo em 1985 e 2012.



Ponto de partida: Participou da Assembleia Nacional Constituinte de 1987, onde teve diversas propostas aprovadas, muitas delas ligadas aos direitos dos trabalhadores. Também é muito lembrado pelo jingle de campanha “Eymael, um democrata cristão”.



Desafio de campanha: Recentemente, teve seu nome citado por delatores da Odebrecht que afirmaram que o pré-candidato à presidência recebeu dinheiro de caixa 2 para sua campanha presidencial de 2010.



Agenda econômica: Em candidaturas anteriores, defendeu o desenvolvimento do país de maneira sustentável, a diminuição de disparidades econômicas e o fomento da construção civil com incentivos tributários.



Levy Fidelix



candidato-a-presidencia-levy-fidelixO pré-candidato pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) participa da corrida presidencial pela terceira vez, tendo sido candidato em 2010 e 2014 pelo mesmo partido. Já foi candidato a prefeito da cidade de São Paulo e a governador do estado de São Paulo.



Ponto de partida: Possui discurso mais conservador, focado nos valores cristãos.



Desafio de campanha: A condenação por discurso homofóbico nas eleições de 2014 e o aparecimento de seu nome em planilha de propina serão obstáculos para sua candidatura.



Agenda econômica: Em sua página em rede social, afirmou que sua plataforma de governo vai enfatizar a necessidade de o Brasil crescer acima de 5% ao ano.



Valéria Monteiro



candidato-a-presidencia-valeria-monteiroCom candidatura lançada desde setembro de 2017, Valéria é ex modelo e ex apresentadora de televisão. Ainda sem experiência na vida política, a pré-candidata à presidência afirmou que decidiu participar das eleições como forma de ativismo político.



Ponto de partida: Mostra-se bastante aberta ao diálogo e trabalha um discurso focado na retomada da interlocução direta entre o povo e representantes do governo.



Desafio de campanha: Seu maior empenho deverá ser provar que sua pouca experiência política não a impede de fazer um bom trabalho como presidente do Brasil.



Agenda econômica: Entre suas pautas, estão a diminuição da desigualdade social e o  debate sobre educação, meio-ambiente e infraestrutura.



Quem quer ser candidato à presidência



Além dos pré-candidatos confirmados, há outros nomes cotados para assumir a cadeira de presidente do Brasil e que, até a confirmação junto ao TSE, podem entrar na corrida presidencial.



Luciano Huck



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Apresentador de TV e empresário. Sua indicação causou alvoroço no meio político, uma vez que o apresentador possui forte carisma e aprovação popular. Todavia, Huck se manifestou publicamente dizendo que não concorrerá em 2018.



 



Joaquim Barbosa



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Ex ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é outra personalidade que possui grande apreço dos brasileiros. Ele já assumiu que foi sondado por alguns partidos, mas ainda não confirmou interesse nas propostas.



 



 



Henrique Meirelles



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Atual ministro da Fazenda do governo de Michel Temer, também tem chances de participar do pleito. Recentemente, Temer afirmou que acredita que Meirelles daria um grande presidente.



 



 



João Doria



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Atual prefeito da cidade São de Paulo, foi cotado para disputar as eleições presidenciais de 2018 pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). No entanto, cedeu a vez para Geraldo Alckmin. Mesmo assim, sua candidatura por outra legenda ainda não está completamente descartada.



 



Fernando Collor



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O ex presidente do Brasil e senador pelo estado de Alagoas disse em entrevista que pretende se candidatar nas eleições deste ano. No entanto, a candidatura poderá ser colocada em cheque devido à sua situação como réu da Lava Jato.



 



 A resposta para quem vai, de fato, disputar o cargo de presidente do Brasil ainda está em aberto. Outras possibilidades que podem surgir são as candidaturas de:



- Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados.
Aldo Rebelo, ex ministro das Relações Internacionais.
- Guilherme Boulos, membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
- João Vicente Goulart, deputado estadual e filho do ex presidente da República João Goulart.
- Dr. Rey, cirurgião plástico e apresentador de TV.



Apesar de já estarem sendo feitas pesquisas de intenção de votos, os nomes cotados para carregar a faixa presidencial em 2019 ainda têm um longo caminho pela frente. Alguns enfrentam denúncias de corrupção, outros devem superar disputas partidárias e há ainda aqueles que precisam vencer o anonimato e conquistar eleitores Brasil afora.



Com tantas variáveis em jogo, dúvidas em relação ao futuro da política e da economia brasileira estão ficando cada vez mais comuns. Com informações atualizadas em mãos, no entanto, o eleitor brasileiro ficará mais preparado para escolher seu próximo presidente em 2018.



JP=Com informações da Tribuna do Norte


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