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IGAPORÃ: PATRIMÔNIO HISTÓRICO DA REGIÃO AMEAÇADO

Cultura

Quinta-Feira, 28 de Novembro de 2013

Tombado pelo Instituto do Patrimônio do Estado (IPAC) o Casarão de Pedra da Fazenda Santo Antônio, na cidade baiana de Igaporã, está abandonado e quase em ruínas. Remanescente de épocas passadas, onde surge como uma fortaleza em meio ao sertão agreste que foi desbravado ainda no final do século XVI, a Fazenda Sto. Antônio foi propriedade da Casa da Ponte e, em 1829, passou a pertencer a Bernardo de Brito Gondim – tendo sido este o seu construtor: tal fortaleza serviria para defender-se de ataques, que nunca aconteceram. O descaso com a História do Sertão é um mal crônico. Os governos estaduais se sucedem, e o interior continua relegado a último plano: tanto no sentido de investimentos culturais no Patrimônio, tanto no sentido de fiscalização. Há anos que o município de Caetité, cidade com maior número de bens tombados pelo estado, no interior, pleiteia um escritório do IPAC, sem sucesso. Enquanto estados como Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro transformam seus sítios históricos em importantes vetores de geração de emprego e renda, na Bahia o assunto parece fadado ao esquecimento e incompetência.   O Caetité Notícias registrou este lamentável abandono. Que se soma à destruição do solar em Caetité onde morou os pais do último Primeiro-Ministro do Brasil, Hermes Lima. O passado não se inventa, não se cria – mas a Bahia tem mostrado que se perde com muita facilidade...


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