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PF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR DISSEMINAÇÃO DE CONTEÚDO FALSO CONTRA CANDIDATOS

ELEIÇÕES- 2018

Domingo, 21 de Outubro de 2018

O pedido foi feito nesta sexta-feira (19) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Raul Jungmann, que confirmou a abertura da investigação




A Polícia Federal abriu inquérito para investigar a divulgação de informações falsas por empresas contra os candidatos à presidência, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), informou neste sábado (20) o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.


O pedido foi feito nesta sexta-feira (19) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Raul Jungmann, que confirmou a abertura da investigação.


Serão investigados casos de empresas de tecnologia da informação suspeitas de ter disseminado de forma “estruturada” mensagens falsas sobre os candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais. O inquérito será conduzido pela Diretoria de Combate ao Crime Organizado.


No pedido de investigação , Raquel Dodge menciona recentes reportagens de BBC, “Folha de S.Paulo” e jornal “O Globo” e afirma que “o quadro de interferência” na opinião dos eleitores, com base em possíveis falsas informações, “afronta” a integridade do processo eleitoral.


“É uma nova realidade mundial, que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados, para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime, recentemente introduzido na legislação brasileira, de alta potencialidade lesiva”, afirmou.


Segundo a PGR, essas reportagens já motivaram a abertura de uma apuração por parte da Procuradoria Geral Eleitoral. O objetivo, de acordo com o Ministério Público, é verificar a possível existência de utilização de esquema profissional por parte das campanhas políticas com o propósito de propagar notícias falsas.


No pedido encaminhado à PF, Raquel Dodge diz que a situação também exige apuração na “ótica criminal”. A procuradora afirma que o uso especializado e estruturado de logística empresarial para a divulgação em massa de informações falsas é crime previsto na legislação eleitoral.


Por G1







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