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DECISÃO DO STF MOSTRA FORÇA DO CRISTIANISMO NO PAÍS

Religião

Quarta-Feira, 04 de Outubro de 2017

Não se tem dúvida que a base da moral e da religião em todo o mundo ocidental é o cristianismo. Mais ainda, o cristianismo tem provado aos quatro cantos do planeta que seu fundamento baseado na convivência harmoniosa, plural, conciliatória, entre outros atributos ou predicados, tem servido para uma cultura ocidental que se alastra já desde tempos. Seja como for, o cristianismo fundamenta tanto a religião quanto a cultura do ocidente. Posso até afirmar, sem medo do politicamente correto e da repressão, que o cristianismo é a base superior de uma convivência pacífica entre os indivíduos. É, de fato, uma cultura superior. Não ouso dizer que é uma cultura superior. Para quem ainda não tomou conhecimento, foi julgado semana passada que as escolas públicas brasileiras podem ter ensino religioso confessional. Isso foi discutido num processo que correu no Supremo Tribunal Federal. Os ministros decidiram que o ensino religioso brasileiro, em escolas públicas, pode ser dedicado para além do conhecimento. Podem ser ministradas aulas de confissão religiosa. A matrícula continua sendo facultativa. Isso porque a Constituição Federal assim o determina. Em conclusão, o que o Supremo Tribunal Federal decidiu foi manter o que a Constituição Federal já traz escrito em seu texto.


Tal decisão choca a modernidade como um todo. Choca aqueles que lutam contra o preconceito religioso. Choca também o politicamente correto, ou seja, aqueles que se dizem neutros. Dizem-se sem opiniões formadas, os que, para não se sentirem prejudicados ou por receio de olhares de desconfiança do alheio, mostram-se em cima do muro.


Por questão de lógica que todos querem uma sociedade sem preconceitos, não é mesmo? É o desejo de todo ser humano que as pessoas sejam tratadas de forma isonômica, sem discriminações. Por isso que a modernidade vê que tal decisão é discriminatória, por entender que ela privilegiou o cristianismo. Dizem que o cristianismo é a religião de costume do ensino brasileiro, não havendo lugar para outras nas escolas públicas e também na cultura.


Por mais que isso possa parecer um pouco verdadeiro, não é bem assim que as coisas acontecem e existem razões mais, digamos, profundas do que esse arremedo sociológico de conclusão apressada de quem está quase perdendo o bonde de volta para casa, depois de um dia de trabalho entediado (pois, creio, é assim que a modernidade vê a vida passar, sem razão aparente para uma existência mais séria do que o material.


Por: Sérgio Renato de Mello- Defensor Público em Santa Catarina





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