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GREENPEACE ANALISA ALIMENTOS E ENCONTRA AGROTÓXICOS EM 60 %

Saúde

Quinta-Feira, 02 de Novembro de 2017



 Levantamento realizado em setembro pela ONG Greenpeace aponta que 60% das amostras testadas em 12 alimentos in natura continham resíduos de agrotóxicos.


Ainda de acordo com o documento, 36% dos alimentos testados apresentaram irregularidades, entre elas a presença de um agrotóxico proibido no Brasil e outros tipos não permitidos para a produção do alimento específico. Foram detectados ainda níveis de produto acima do limite máximo permitido por lei.


O Greenpeace testou o arroz branco e o integral, o feijão preto e o carioca, o mamão formosa, o tomate, a couve, o pimentão verde, a laranja, a banana nanica, a banana prata e o café.


A pesquisa constatou que o pimentão, por exemplo, apresentou sete tipos de resíduos, incluindo agrotóxicos proibidos.


Para Karen Friedrich, toxicologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), seria importante haver um trabalho de rastreamento dos alimentos que mais apresentam problemas. "Isso significa pegar aquele alimento, identificar o produtor, fiscalizar e orientar sobre modos de produção sem agrotóxicos", diz. Ela comenta que esse trabalho já é feito em algumas regiões do país, como Santa Catarina e Paraná, mas não há uma ação em nível nacional.


Outra questão é que a comercialização de agrotóxicos é isenta de impostos no país, diz ela. "Então, para o produtor é mais barato trabalhar com o agrotóxico", diz. A toxicologista diz, ainda, que há poucos incentivos para a produção de alimentos orgânicos.


 


A Tribuna


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