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PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS AFETA CENTRAL DE ABASTECIMENTO DE GUANAMBI

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Domingo, 27 de Maio de 2018

A greve dos caminhoneiros entrou no sétimo dia neste domingo (27), causando problemas de abastecimento e impactos na produção, com reflexos em vários setores na região de Guanambi, no Sudoeste da Bahia.


A Central de Abastecimento de Guanambi, responsável pelo abastecimento de mais de 70 cidades da região, desde terça-feira (21), não recebe nada, conforme informações de alguns comerciantes.


Segundo eles, geralmente quatro caminhões descarregavam duas vezes por semana na Central, mas depois da paralisação dos caminhoneiros na segunda-feira, 20 de maio, nenhum caminhão teve condições de chegar  ao município de Guanambi. A falta de produtos alterou o preço da batatinha que saltou de R$ 70,00 para R$ 400, 00, o saco de 25 kg. “Comprei de R$ 5, 00, antes era R$ 2,00. Ficou difícil encontrar batatinha”, disse Antônio Rodrigues, de 76 anos.


De acordo com alguns comerciantes, o tomate, banana e melancia não sumiram porque são produzidos na região de Morrinhos e Ceraíma, mas a oferta caiu cerca de 80%. A cebola antes vendida por R$ 50, 00, hoje quando encontra é R$ 70,00.


Além do desabastecimento de frutas, o combustível zerou desde sexta-feira (25). O gás de cozinha, por exemplo, não é encontrado em muitas distribuidoras. Os supermercados  têm estoque médio de produtos não perecíveis. “Em relação a esses produtos  ainda estamos sem problemas. A preocupação, no momento, está mais nos produtos perecíveis”, falou com empresário.


A ordem aplicada ao Exército em todo o Brasil consiste em garantir “distribuição de combustível nos pontos críticos; escolta de comboios; proteção de infraestruturas críticas; e desobstrução de vias e acessos às refinarias, bases de distribuição de combustíveis e áreas essenciais, a fim de evitar prejuízos à sociedade”, diz o comunicado do Ministério da Defesa.


FONTE: PORTAL: FOLHA DO VALE.COM


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